La jetée é um curta-metragem de ficção científica francês de 1962, em preto e branco, realizado por Chris Marker. Este filme de ficção científica conta a história de uma experiência de viagem no tempo num futuro pós-nuclear. Construído por meio de uma fotomontagem a preto-e-branco acompanhada de narração e efeitos sonoros, este filme foi a inspiração que levou Mamoru Oshii a conceber The Red Spectacles (1987). Foi também a inspiração de Terry Gilliam para Twelve Monkeys (1995).
terça-feira, 3 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
PELA PRIMEIRA VEZ
Cara, é muito louca essa vida, sabe? Dá nó o tempo todo. Muita coisa o tempo todo. Tempo todo, tempo todo... sabe? Repetição e rotina. Dia sim, dia sim. Então é aquilo: QUANDO FOI A ÚLTIMA VEZ QUE VOCÊ FEZ ALGUMA COISA PELA PRIMEIRA VEZ?
O projeto é esse aqui.
E os vídeos você confere abaixo.
Ache demais, cara. Demais mesmo.
Pena que é uma bela ideia pra vender mais produtos dessa tal Eastpak.DETECTOR DE MENTIRAS
Jimmy Kimmel é também um detetive de mentiras. Ele e a Fada da Verdade analisam se algumas crianças estão realmente falando a verdade.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
COPYRIGHT COPS
“É preciso que os produtores de conteúdo vejam nessa economia do ‘grátis’ uma oportunidade para lucrar indiretamente, saindo da lógica de custo de acesso. O acesso deve ser disponiblizado pelo produtor, senão alguém vai fazê-lo. Somos uma geração que está entrando no mercado e precisa ter uma estratégia para ser notada no meio da multidão. É preciso que as pessoas utilizem o potencial da web para nadar a favor da corrente, enxergando outras formas de receita”
Júlio Secchin, diretor do curta Copyright Cops, numa entrevista ao cardeno Link do Estado de São Paulo.
FESTIVAL DAS CORES
Este é o Festival das Cores que na última edição aconteceu no Sri Sri Radha Krishna Temple em Spanish Fork, Utah.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
MÁQUINA DE ESCRITOR
Um amigo me mandou essa imagem, já que sabia que eu sou um admirador de todos esses os escritores, e que eu mesmo tenho uma máquina de escrever.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
VEM AÍ A TROPICÁLIA

Esses dias estava passando pelo cinema e vi o cartaz de um filme chamado Tropicália, com o rosto dos seus maiores símbolos em destaque e a promessa (em uma frase do cartaz) de revelar a criação do movimento.
Ainda sem data pra estreia, o documentário Tropicália busca contar o que inspirou Caetano Veloso, Gilberto Gil e outros músicos a produzir extensivamente na época, como foi a gravação do disco coletivoTropicália ou Panis et Circensis, em pleno maio de 1968, e a prisão seguida de exílio em Londres de Caetano e Gil, após a edição do AI-5 (Ato Institucional nº5) em dezembro daquele ano, evento que marca o fim da Tropicália como movimento.
Pelo trailer, a minha grande expectativa pelo filme são as imagens históricas e raras de arquivo de shows e entrevistas. Pelo que me disseram, é de Gal um dos depoimentos mais divertidos. Ela comenta o show em que se apresentou pela primeira vez, com um imenso cabelo black power e cantando Divino Maravilhoso, no qual, segundo ela, "metade da plateia vaiava e metade aplaudia".
Ainda tem Tom Zé, Jorge Mautner, Hélio Oiticica, Glauber Rocha, Sergio Mendes, enfim, a cambada toda.
ESCOLHA UMA VIDA?
Escolha uma vida. Escolha um emprego. Escolha uma carreira – escolha uma família. Escolha a porra de uma TV grande! Escolha uma máquina de lavar, carros, discman, abridor de latas eletrônico. Escolha uma boa saúde, baixo colesterol, plano de saúde dentária. Escolha parcelas fixas para pagar. Escolha uma casa – escolha seus amigos. Escolha roupas, acessórios. Escolha um terno feito do melhor tecido. Escolha bater uma punheta num domingo de manhã pensando nessa merda de vida. Escolha sentar no sofá pra ficar vendo programas de auditório. Comer um monte de porcaria e acabar apodrecendo. E no fim do caminho escolha uma família e filhos que vão se envergonhar de você por causa desse sentimento egoísta de que você o pôs no mundo pra substituí-lo. Escolha o seu futuro. Escolha a vida.
Por que eu iria querer algo assim?
Eu escolhi ‘não escolher a vida’. Eu escolhi uma outra coisa.
E os motivos? Não há motivos.
Quem precisa de motivos quando se tem heroína?
[do livro Trainspotting de Irvine Welsh, adaptado pro cinema pelo Danny Boyle]
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