quarta-feira, 9 de maio de 2012

PRIVATE MOON

O artista russo Leonid Tishkov criou a história de um homem que encontrou a lua e a levou consigo durante toda a vida no projeto "Private Moon". A lua feita pelo artista russo é um objeto feito de acrílico leitoso e aceso com lâmpadas de LED em seu interior. O projeto já passou por cerca de 15 países. Na maioria deles, o artista colabora com outros fotógrafos para preparar e registrar em foto o cenário com a lua.


Fonte: BBC Brasil

TURDUS PHILOMELOS

Durante uma temporada na pequena Bélgica, surpreendi-me com a quantidade de bandas instrumentais que pululam em bares e concertos ali. Nas mais variadas combinações de equipamento, o indie, o pop instrumental faz a cabeça dos belgas. Entre todas elas, a que ouço até hoje é a Thurdus Philomelos. Encontrei-os por acaso, tocando na abertura de um bazar. Levei um pouco deles comigo:



E qual não foi minha surpresa ao escutar:

NO LAYOUT


Se você é como eu que adora passar o tempo folheando uns zines (tenho uma pequena coleção que venho alimentando desde 2007), então a proposta do site No Layout é perfeita pra gente. Uma biblioteca digital para publicações independentes, com foco em arte e moda. Tem edições do mundo todo, gratuitas, e não precisa se cadastrar nem baixar aplicativo para ler. Recomendo navegar pelo site e zines no iPad.

RODRIGO AMARANTE — MÚSICA NOVA

Neste fim de semana, o Los Hermanos passou por Salvador, na sua turnê de 15 anos. E apresentou novidades, como esta canção do Amarante:

BEAT BOX MADE IN GOOGLE TRANSLATE

A ferramenta de som do Google Translate é como uma criança à qual se ensina baboseira, para que ela repita aos adultos e eles se deleitem. Depois do fenômeno do Googleokê (vide alguns posts abaixo), apareceu hoje, pelo Facebook, o seguinte beisterol:

Na caixa em que se digita o texto a ser traduzido, após mudar o comando de alemão para espanhol, cole o texto abaixo:
pv zk bschk pv zk pv bschk zk pv zk bschk pv zk pv bschk zk bschk pv bschk bschk pv kkkkkkkkkk bschk bschk bschk pv zk bschk pv zk pv bschk zk pv zk bschk pv zk pv bschk zk bschk pv bschk bschk pv kkkkkkkkkk bschk bschk bschk pv zk bschk pv zk pv bschk zk pv zk bschk pv zk pv bschk zk bschk pv bschk bschk pv kkkkkkkkkk bschk bschk bschk pv zk bschk pv zk pv bschk zk pv zk bschk pv zk pv bschk zk bschk pv bschk bschk pv kkkkkkkkkk bschk bschk bschk pv zk bschk pv zk pv bschk zk pv zk bschk pv zk pv bschk zk bschk pv bschk bschk pv kkkkkkkkkk bschk bschk bschk
Dê play no som, clicando sobre o alto falante no canto inferior-direito da caixa em que digitou o texto, e você ouvirá um beat box maneiraço!

Se tiver com preguiça de fazer isto, dê play no vídeo abaixo. Mas vai perder a chance de ouvir o texto falado em espanhol (clicando no alto-falante da direita), o qual, ninguém ainda se tocou, é um pagodão baiano, repleto de palavrões:

terça-feira, 8 de maio de 2012

CASTLE

Neste fim de temporada de uma porção de séries norte-americanas, Castle, que já vai pela quarta, teve para mim o melhor desempenho entre os programas leves, sem superprodução e, como diz um amigo, que não ofendem ninguém.

A base da trama é um escritor de suspense playboy que ajuda uma detetive gostosa a resolver assassinatos, em Nova Iorque, valendo-se de seu conhecimento de estruturas narrativas. Os roteiros não são uma novela de Agatha Christie, e ao espectador nunca é dada a chance de tentar adivinhar quem é o assassino — mas conseguem prender, e os diálogos contêm ótimas tiradas. Nesta atual temporada, os roteiristas conseguiram dosar muito bem brincadeirinhas e referências na própria estrutura do roteiro com o padrão típico que ela costuma seguir. 

Só da saudade, mesmo, é da abertura completa, que passava até a temporada anterior:



CAETANO É F***!

Caetano Veloso é o papa pop de uma geração. É o cara que fala muito, cria muito, se exibe muito. Um muito-artista. Um artista muito pop. Ele me influenciou com a atitude mais do que com a música. Suas letras são pura (e misturada) poesia. E eis que em minhas incursões pela retratação do universo pop, resolvi homenageá-lo em duas ilustrações: "Maria Caetanieta"- uma referência à princesa dos brioches - talvez numa aproximação maior à personagem da Sophia Coppola; e "Nóia" - releitura do seu décimo álbum, gravado em 1975.