Os rascunhos que o artista Nicholas Stevenson faz em seus cadernos são pra mim já os desenhos prontos. Cores vibrantes em pinturas ou colagens, Nicholas é um ilustrador que cria universos vivos, divertidos e misteriosos.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
IMAGEM MOVEDIÇA
Você também se sente hipnotizado quando vê um Gif animado? A imagem se movimentar infinitamente em sua frente, como a onda do mar que vem e vai, está ganhando o status de arte. Moving the still é um site que comporta alguns desses gifs.art.
Eu inclusive fiz um há algum tempo atrás e se chama Off-Paint.
Para ver mais gifs basta entrar no site do Moving the still.
sábado, 3 de novembro de 2012
ADEUS, PRIMEIRO AMOR
Terceiro filme da francesa Mia Hansen-Løve, Un amour de jeunesse foi escrito e dirigido por ela e conta a história de Camille (Lola Créton) e Sullivan (Sebastian Uzendowsky), casal apaixonado que se separam quando o rapaz decide passar um ano viajando pela América do Sul. Ela, com apenas 15 anos, sobrevive das cartas que recebe até que elas não chegam mais. Quatro anos depois, a fila andou e Camille se tornou uma estudante de arquitetura dedicada não só aos estudos, mas também a seu novo amor, o famoso arquiteto Lorenz (Magne Havard Brekke). Uma crônica sobre como o amor cria sentido para tudo na vida.
WISH YOU WERE HERE - DOCUMENTÁRIO
Apesar de não ter a aura mística do primeiro álbum, a força conceitual e mercadológica do Dark Side of the Moon nem a epicidade trágica e megalomaníaca do The Wall, Wish You Were Here é um dos principais álbuns do Pink Floyd – e talvez o mais importante para a própria banda. Afinal, foi nele em que os quatro souberam reconhecer sua própria importância (Dark Side of the Moon, o disco anterior, ainda foi gravado com alguma insegurança), além de celebrar a importância – e amizade – com o fundador da banda, Syd Barrett. O documentário The Story of Wish You Were Here, abaixo na íntegra, conta a história deste disco, partindo da idéia de homenagear Barrett (já presente no álbum antecessor, tanto implicitamente no título como explicitamente na faixa “Brain Damage”) à criação de cada uma das cinco faixas do disco, passando pelo dublê em chamas na capa e dúvidas em relação a se tornar uma engrenagem do sistema vendedor de discos, culminando com a tocante descrição de todos os integrantes da banda de como foi receber uma inusitada visita durante as gravações...
[via Trabalho Sujo]
OS PÁSSAROS
Em Midway Atoll, um aglomerado de ilhas localizado no Oceano Pacífico, os detritos das nossa sociedade de consumo é encontrado de forma espantosa: dentro dos estômagos de milhares de pássaros ainda bebês. Os passarinhos como de costume são alimentados por seus pais, que se enganam e lhes dão pedaços de plásticos que encontram boiando no mar aos arredores da ilha.
As fotos foram tiradas pelo fotógrafo Chris Jordan, e pode encontrar mais sobre seu trabalho (e o movimento que está fazendo para limpar as praias locais) no seu site.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
AS GAROTAS DO ZINE
Coisas simples às vezes (muitas vezes) são a beleza de certos trabalhos. O projeto/zine Girls on Film criado por Igor Termenon em 2011 publica fotografias de diversos fotógrafos que com câmeras antigas retratam meninas em qualquer situação. Pelo site do projeto qualquer fotógrafo pode enviar suas fotos para que Igor selecione e publique nas edições.
COMO ESCREVER SOBRE A ÁFRICA
Eis as dicas que o escritor queniano Binyavanga Wainaina deixou, em uma velha edição da revista ffwMAG (n. 1, 2006):
1. Sempre use as palavras "África':"escuridão" ou "safari" em seu título. Os subtítulos podem incluir termos como "Zanzibar", "massai", "zulu","zambezi","Congo, "Nilo,"grande, "céu", "sombra" "tambor" "sol" ou "antigo";
2. Em seu texto, trate a África como se fosse um único país;
3· Nao se esqueça de mostrar como a música e o ritmo estão enraizados no fundo da alma dos africanos;
4. Mostre como eles comem coisas que nenhum outro humano come;
5. Deixe claro desde o início que você e um liberal. E o quanto ama a África, como se apaixonou pelo lugar e como nao pode viver sem ele;
6. Suas personagens podem ser guerreiros nus, serviçais leais, videntes e sabios anciões. Não deixe de incluir a "africana faminta", que perambula pelo campo de refugiados seminua e aguarda a benevolência do Ocidente;
7. O cidadão africano moderno é um homem gordo salafrario que trabalha no departamento de emissão de vistos;
8. As personagens devem ser coloridas, exóticas, maiores do que a vida - mas vazias por dentro, sem diálogos;
9. São temas tabus: cenas domésticas comuns, amor entre africanos (a nao ser que haja uma morte na história), referências a escritores africanos ou intelectuais e menção a crianças que frequentam escolas e nao sofrem de ebola;
10. Descreva, em detalhes, os peitos nus (jovens, velhos, conservadores, recém-estuprados, grandes, pequenos), os genitais mutilados ou os genitais avantajados;
11. Os animais devem ser tratados como seres complexos e bem delineados.
12. Os leitores vão ficar desapontados se voce nao mencionar a luz da Africa. E o pôr-do-sol: 0 crepúsculo na África é indispensável, sempre grandioso e vermelho;
13. Sempre termine seu texto com Nelson Mandela dizendo alguma coisa sobre arco-iris ou renascimento.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
MÚSICA DROGADA
A Pitchfork nos oferece um curto mas belo insight da influência das drogas na música pop moderna no documentário Music and the Psychedelic Mind, abaixo:
[via Trabalho Sujo]
VOU ESTRAÇAIÁ
No Nordeste temos estas duas figuras do boxe, Luciano Todo-Duro (PE) e Reginaldo Hollyfield (BA), em uma rivalidade que a gente não sabe direito dizer se é trágica ou cômica. O nobre cronista Ricardo Sangiovanni, editor do Il Purgatório, escreveu um comentário sobre as implicações histórico-literárias de tal competição. Vale a pena lê-lo.
Assinar:
Postagens (Atom)











